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O verdadeiro concorrente

Por: Erik Penna

Certo dia um avião, com um japonês e um alemão ao sobrevoar uma mata, começa a ter problemas e entra em pane geral. Os dois passageiros pegam imediatamente seus pára-quedas e saltam do avião, afim de evitar uma colisão fatal.

Ao chegarem seguros ao solo, percebem que um leão faminto os espera, e que se nada fizerem, serão o provável almoço. O alemão fica desesperado, enquanto o japonês abre sua mochila e começa a vestir uma sapatilha especial para corredores.

O alemão fica perplexo e diz:

- Meu amigo japonês, você acha que este sapato fará você correr mais do que um leão?

O japonês calmamente termina de calçar a sapatilha e responde:

- Não preciso correr mais que o leão, mas sim correr mais que você.

Podemos tirar várias lições desta pequena fábula, uma delas está no fato de muitas vezes erroneamente querer concorrer com todo mundo sendo o mais prudente concentrar forças para vencer nosso verdadeiro concorrente.

Precisamos saber o alvo certo, e fazer uso da melhor arma possível no momento de decidir.

Devemos atender cada dia melhor nossos clientes, buscando no cotidiano não apenas atendê-los, mas sim surpreendê-los, afinal um indivíduo bem atendido divulga para outras 5 pessoas, enquanto uma pessoa mal atendida, espalha para 20.

Fale, mostre, e enfatize seus diferenciais perante sua clientela, pois se não o fizer, será o mesmo que “piscar no escuro”, ou seja, você sabe que está fazendo, mas ninguém mais sabe.

Procure também saber os pontos fracos de seu real concorrente, assim suas ações podem ser direcionadas e os resultados poderão crescer mais rapidamente.


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Tudo tem solução!

Por: Erik Penna

Certo dia escutei o seguinte conto:

Numa localidade pequenina havia um rapaz que estava sendo julgado por um crime que não havia cometido e era cabível de pena de morte.

O Juiz, em dúvida, resolveu transferir a responsabilidade do julgamento para o próprio réu ali presente, fazendo a seguinte proposta:

- Estarei escrevendo em papéis diferentes as opções: culpado e inocente e você mesmo selará seu futuro com uma das alternativas.

O Juiz, então, maldosamente escreveu culpado nos dois papeis, sem ninguém ter notado, e pediu para o réu tirar sua sentença.

Se pararmos por aqui, praticamente já saberíamos o final da história, e o réu estava fadado a morte, afinal parecia não haver outra solução, certo?

Errado, pois o réu percebendo algo de estranho no ar, teve a seguinte idéia:

- Bom como tenho que optar por um dos papéis, e esta será a decisão final, que a sorte me acompanhe!

O réu comeu um papel e disse:

- Bem, escolhi a alternativa para mim, logo a que resta não me cabe.

Os jurados abriram o papel que restara e perceberam que ele estava salvo, pois o papel aberto estava escrito “culpado”, concluíram então que o papel que o réu comera era “inocente”.

E assim o rapaz se livrou deste julgamento.

O que devemos meditar analisando o texto acima, é que realmente o ditado popular “tudo tem solução, menos a morte”, o que acontece, várias vezes, é que não conhecemos tal solução.

O que precisamos na maioria das vezes, é de mais informação, melhor argumentação e maior número de dados, pois com isso nossa “bagagem” aumenta e poderemos aumentar nosso leque, reduzindo com isso a margem de erro no momento da decisão.

Leque este, que pode ser engrandecido, com cursos, palestras, livros, jornais e artigos da área, afinal quanto maior for nosso conhecimento muito maior será nossa chance de decidir certo e resolver problemas, pois tudo tem solução.


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Salvando pessoas

Por: Erik Penna

Uma empresa para obter e manter o sucesso, precisa ter pessoas motivadas e comprometidas com os resultados e espírito de equipe.

Porém alguns chefes não se preocupam com “pessoas”, ou seja, não dão atenção necessária ao seu principal diferencial competitivo.

Na verdade muitas vezes esquecemos de motivar nosso grupo e nossa equipe de trabalho e isto vai reduzindo o potencial e a vontade de cada um no processo e os resultados da organização.

Um fato muito curioso que ocorre com cães americanos, nos mostra uma grande lição e indica como podemos agir nestas ocasiões.

Existem alguns cachorros que são treinados para salvar pessoas em desmoronamentos e em escombros. Eles tem um senso de percepção de vida sensacional diante de tal acontecimento.

Quando ocorre algum deslizamento ou soterramento, logo estes cães são chamados e começam a agir e encontrar pessoas debaixo da terra.

E quando conseguem realizar o feito de salvar alguém, eles ficam extremamente motivados e querem continuar procurando outras vítimas.

Mas um fato em especial chama a atenção. Quando este cachorro passa 6 meses sem salvar nenhuma vítima, ele começa a se desmotivar, enfraquecer, adoecer e muitas vezes até chega a morrer.

Os seus treinadores então para mantê-los firme no propósito de salvar vidas, simulam um acidente e colocam o cão para salvar uma suposta vitima, que ali se encontra apenas para parecer que está sendo salva pelo cão.

Antes que o cachorro adoeça por não atingir sua meta, o seu líder executa tal proeza e com isso o cão se anima muito e se motiva á continuar este trabalho por mais alguns meses.

Agora reflita se você, como treinador faz isso em casa ou na empresa diante de seus comandados.

Quando eles estão desanimados você se preocupa em provocar ou simular uma situação para que eles se sintam vitoriosos, mais felizes e motivados no trabalho?

Pense nisso e veja se não está na hora de salvar alguém…


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