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O líder das ferramentas!

Por: Fábio Azevedo

“Muitos aprendem a descobrir as habilidades alheias,
mas somente os sábios encontram
as próprias imperfeições!”
(Fábio Azevedo)

Ontem quando participava de uma palestra na Fundação Getúlio Vargas – FGV, ouvi um conto muito interessante, que deixou claro para mim, qual a principal habilidade de um líder para construir e administrar uma equipe eficiente, coesa e comprometida.

Como sempre, estes contos são adaptados aos costumes e a cultura de seus povos, e eu o ouvi pela primeira vez na década de 90, com uma roupagem oriunda da milenar cultura chinesa.

A história se passa na tradicional marcenaria de um hábil e renomado artesão chinês, e é lá que tudo começa.

Após a saída do marceneiro ao anoitecer, uma estranha reunião tem início no galpão da marcenaria, e as ferramentas do local se reúnem para realizar uma assembléia urgente, na qual acertariam suas diferenças.

Quem presidia a assembléia era o Sr. Martelo, mas todos os participantes presentes resolveram pedir que ele renunciasse seu cargo e abandonasse a assembléia, pois ele fazia barulho demais, além de não fazer outra coisa além de golpear e golpear.

O Sr. Martelo, mesmo chateado, aceitou sua culpa, pois ele realmente fazia muito barulho, mas solicitou que o Sr. Parafuso também fosse expulso da assembléia, pois o mesmo, dava voltas e mais voltas para conseguir alguma coisa, e sempre demorava a alcançar seu objetivo. O Sr. Parafuso concordou, mas não queria ir embora sozinho, e pediu a expulsão da Sra. Lixa, pois ela era muito áspera, e gerava muitos atritos.  A Sra. Lixa, terminou aceitando o pedido do Sr. Parafuso, mas não iria embora também, enquanto o Sr. Metro estivesse ali, pois ele sempre estava medindo os outros segundo suas medidas, como se fosse o único perfeito e milimetricamente certo na marcenaria.

A discussão se alongou por toda a madrugada, e todos os presentes resolveram apontar os defeitos dos outros e trocar acusações, expondo mágoas antigas.

De repente, a porta se abriu, e o marceneiro chinês entrou rapidamente juntando todas as ferramentas, preparando-se para o trabalho matinal.

Ele manuseava habilmente todas as ferramentas, sua maestria em utilizá-las denunciava seu talento e também sua experiência, conquistada durante muitos anos de prática, conseguindo tirar o melhor que cada utensílio da marcenaria possuía para oferecer, e aos poucos, do enorme tronco, surgia uma belíssima estante de mogno, com várias gavetas, muito bem trabalhada e ornamentada, aquele era um móvel digno do imperador.

Ao término do dia, o Sr. Marceneiro estava exausto e foi descansar, e novamente todas as ferramentas se reuniram para reativar a discussão da assembléia.

Todos continuavam culpando uns aos outros, e neste momento, o experiente Sr. Serrote, interrompe todos e diz:

- Calma! Tenham calma, senhores! Possuímos vários defeitos, e certamente não conseguiremos fazer tudo perfeitamente, mas nosso bom e velho amigo Marceneiro, sabe perfeitamente utilizar nossas habilidades e qualidades.

A Sra. Lixa interrompe irônica:

- Claro! Ele já nos conhece há tanto tempo que sabe como nos usar direitinho, ele sempre nos convence a fazer o que ele precisa!

- O Sr. Serrote continua:

- Sim Dona lixa, mas é necessário que esqueçamos nossos defeitos, precisamos nos concentrar em nossas qualidades, só assim, nossos pontos fracos serão melhorados dia após dia! E temos que aceitar que ele é nosso líder, e é o único capaz de nos coordenar da maneira certa.

Todos ficaram em silêncio, entreolharam-se e perceberam, que a força do Sr. Martelo era enorme, e suas marteladas, mesmo que barulhentas, eram sempre precisas e certeiras. O Sr. Parafuso, mesmo dando suas voltas, sempre conseguia atingir seus objetivos, e sua presença sempre se fazia necessária para dar mais força e união nos locais onde era aplicado. A Sra. Lixa, por sua vez,  apesar de sua aspereza, conseguia sempre aparar as arestas e farpas existentes em qualquer situação. E o milimétrico Sr. Metro,  constantemente media tudo segundo suas medidas, mas era sempre exato e preciso em seu trabalho.

O silêncio tomou conta da marcenaria por alguns instantes, e então todos entenderam que ali estava reunida uma equipe fantástica, capaz de produzir móveis indiscutivelmente belos e perfeitos, com uma qualidade sem igual. Todos então enxergaram o óbvio, entendendo que, quando trabalhavam em perfeita harmonia, cada qual fazendo o que sabia melhor, surgia uma sincronia imbatível, uma verdadeira equipe de sucesso.

A alegria contagiou a todos, e o Sr. Serrote prosseguiu:

- Vocês perceberam que enquanto eu era direcionado pelo marceneiro, eu executava minha tarefa com excelência. Como o que sei fazer de melhor na vida é serrar, deixo que meu amigo marceneiro me diga o que fazer e qual objeto cortar, e tento dar o melhor de mim nesta tarefa.

De longe o Sr. Metro que ouvia tudo calado, resolve entrar na discussão para dar a medida final, dizendo:

- Nosso amigo Serrote tem razão, devemos parar de procurar defeitos uns nos outros, precisamos sim, encontrar e desenvolver nossas qualidades, pois só assim seremos cada vez melhores no que fazemos, e juntos, poderemos somar nossas habilidades e aperfeiçoar nossas deficiências.

Todas as ferramentas concordaram, e o Sr. Metro continuou:

- O nosso velho amigo marceneiro, todos os dias nos ensina uma lição silenciosa, e nos mostra como devemos utilizar o que temos de melhor para desempenharmos nossas funções, ele consegue habilmente, obter nosso empenho em todas as atividades da marcenaria, e quando ele está no comando, cada um de nós realiza com maestria o que sabe fazer melhor, uns demorando um pouco mais, outros um pouco barulhentos, e outros até detalhistas em demasia, mas no fim, todos alcançam o objetivo principal, e o resultado é sempre perfeito!

Neste momento, todos compreendem a mensagem, a luz se apaga, e as ferramentas voltam para a caixa do marceneiro, aguardando por mais um dia de trabalho.

Certamente, você já deve ter ouvido esta metáfora, mas eu não podia deixar de contar mais uma vez esta magnífica história sobre gestão e liderança.

Para que possamos cumprir as metas estipuladas na vida profissional e pessoal, é de fundamental importância, o reconhecimento de nossas principais habilidades, precisamos aprender a reconhecer nossos defeitos, e buscar ajuda para melhorá-los.

O ser humano, tende a enfatizar os defeitos alheios, talvez por medo, para assim, tentar esconder as próprias imperfeições.

Este fato é muito comum no ambiente empresarial, e quase todos já passaram por situações parecidas. Buscar o aperfeiçoamento de nossas deficiências faz parte da natureza humana, o ser humano foi criado para se superar limites e evoluir constantemente, não podemos deixar que nossas imperfeições mudem o rumo de nossa constante evolução.

O bom líder, assim como o marceneiro, deve aprender a identificar habilidades e tirar o máximo de cada ferramenta envolvida na fabricação diária da máquina empresarial.

Muitos aprendem a descobrir as habilidades alheias, mas somente os sábios encontram as próprias imperfeições!

Devemos preencher nossos defeitos com as qualidades dos que nos cercam!

Técnicas milenares para controle do estresse (meditação) 3ª parte de três

Por: Fábio Azevedo

A prática da meditação pode trazer benefícios fantásticos para aqueles que a praticam com determinação, o hábito de observar a própria mente, ajuda no conhecimento e no melhor entendimento da natureza humana, levando-o à melhor compreensão do momento presente, melhorando a capacidade de analise dos acontecimentos que você vivencia diariamente.

Aos poucos você vai perceber que a meditação começa a clarear sua visão a respeito dos fatos diários, problemas que antes não tinham solução para você, agora são analisados por outro prisma, de uma maneira rápida e natural.

O silêncio é uma das técnicas mais utilizadas para que possamos entrar em contato profundo com nossa mente. O silêncio pode ser responsável por uma drástica mudança em sua vida profissional e pessoal, o ato de ficar em silêncio e observar a mente, é tão incomum hoje em dia, que se torna difícil para todos os que tentam, as pessoas têm uma necessidade latente de estar se comunicando, de não ficarem sozinhos, parecendo que têm medo do próprio eu interior, já ouvi muitos pessoas dizendo que tem medo de ficarem sozinhas com os próprios pensamentos, não conseguem ficar um só minuto sem estar em contato com o mundo exterior, seja com o rádio ou a televisão ligada, acessando o computador, falando ao telefone, lendo, muitos até dormem com a televisão ou o rádio ligado para não ficarem no silêncio. Existe um medo, uma apreensão latente ao olhar para dentro da mente.

A quantidade de benefícios que os momentos de paz e silêncio podem lhe trazer são maravilhosos, muitas vezes diante de um problema sem solução, eu me isolo por alguns minutos, dependendo da carga do problema, às vezes até algumas horas são necessárias. Quando fico em contato com minha mente, em total silêncio, é como se eu pudesse ouvi-la sussurrar soluções para mim, a velocidade dos pensamentos não interessa, algumas vezes depois de algum tempo em silêncio, mesmo sem pensar no problema em questão, volto ao trabalho renovado, e horas depois deste momento de silêncio, a solução do problema brilha em minha mente de forma súbita, um insight, como alguns estudiosos preferem chamar.

Abarrotamos incessantemente nossa mente, com um volume de informação desnecessária tão grande, que muitas vezes é preciso um descanso, uma pausa mental, para que informações importantes sejam processadas sem interrupção. Este hábito de se retirar e buscar o silêncio traz benefícios fantásticos, seja em momentos profissionais ou pessoais.

Precisamos aprender a lidar como os pensamentos durante o dia, nosso cérebro é um músculo que precisa ser exercitado da forma correta, todas as vezes que falamos sobre observar os pensamentos, olhar para o “interior”, a maioria das pessoas associa tal atitude a alguma forma de religião, mas este ato nada tem haver com religião, o fato de ser utilizados por algumas crenças por todo o mundo, não exclui nem impede a capacidade benéfica da prática meditativa, do hábito de observar a mente. Somos movidos por nossos pensamentos, que se transformam em sentimentos, posteriormente em objetivos, até o momento em que realizamos o ato de fato, por isso precisamos aprender a orientar nossa mente, dar o rumo certo para nossos pensamentos, utilizando ao máximo os recursos dessa máquina maravilhosa que é o nosso cérebro.

Com o tempo, a prática do silêncio se tornará necessária, você passará a sentir necessidade de reservar alguns momentos do seu dia, para exercitar a mente, e observar os pensamentos.

Eu consegui resultados esplêndidos através destas técnicas, e a prática do silêncio é uma das minhas favoritas, pois a minha capacidade de resolução de problemas aumentou estratosfericamente, hoje chego a reservar às vezes um dia inteiro para ficar em silêncio, um dia inteiro para mim e para mais ninguém, e normalmente após estes dias, idéias fantásticas surgem como lâmpadas acessas em minha mente, é claro que nem todos podem dedicar um dia inteiro para si mesmo, mas procure reservar mais momentos para você, e a partir do momento que começar a realizar esta prática, você começará a enxergar os fatos com mais clareza, mais objetividade, sua mente encontrará atalhos, caminhos mais curtos e mais práticos para a resolução dos problemas diários.

Para finalizar, deixo como reflexão uma frase indiana milenar que aprendi há muitos anos atrás, e que me ajudou muito na minha caminhada rumo ao sucesso e a uma vida mais prática e objetiva, livre dos efeitos avassaladores do estresse.

Se a situação pode ser resolvida,
para que ficar nervoso?

Se a situação não pode ser resolvida,
de que adianta se desesperar?

Por isso, exercite sua mente todos os dias, não deixe que o “lixo mental” se acumule em seu cérebro e somatize emoções perniciosas em seu corpo.

O hábito de meditar além de ser um ótimo e eficaz exercício mental, também é uma excelente faxina cerebral, auxiliando no melhor processamento das informações que realmente se fazem necessárias para sua evolução pessoal e profissional.

Técnicas milenares para controle do estresse (meditação) 2ª parte de três

Por: Fábio Azevedo

“a mente sem treino tem vontade própria,
nos leva a pensamentos e atitudes
que muitas vezes não queremos ter!”
(Fábio Azevedo)

Na primeira parte deste artigo, citei alguns fatores que contribuem para o aumento do estresse em nosso dia-a-dia, é claro que cada pessoa, tem uma maneira de encarar a vida, possui experiências diferentes e também convicções opostas, mas o que quero enfatizar aqui é a necessidade de exercitamos a mente, não é só o nosso corpo que precisa de exercício para se tornar saudável, a mente é a principal responsável pelo bom funcionamento de nossa “máquina corporal”, e a meditação é comprovadamente uma das mais antigas e efetivas técnicas de exercício mental.

Meditar é simples, e apesar de ter minhas convicções religiosas, não quero em momento algum tocar no ponto religião, pois o hábito de meditar está incluso em praticamente todas as religiões do mundo, diferindo apenas na forma de execução, mas sempre com o intuito de fortalecer a mente, viver o momento presente, e controlar o corpo, para que possamos ser mais saudáveis.

Quero que você compreenda que o hábito de meditar é uma prática, e como toda prática, precisa de dedicação e compromisso, com o tempo você vai perceber, que a mente entrará automaticamente em estado meditativo quando estiver sobrecarregada de problemas e pensamentos conflituosos.

Meditar é um exercício mental, que nos leva a observar os caminhos da mente, e como ela funciona diante do momento presente; Você já percebeu a grande dificuldade que todos nós temos de ficar sem pensar em nada? Tente ficar pelo menos alguns poucos segundos sem pensar em absolutamente nada, e você verá que não é tarefa fácil, nossa mente pula de galho em galho como se fosse um macaco travesso, por isso a primeira técnica que vou ensinar consiste em educar o corpo, ensinar nossa máquina humana a prática da meditação.

Todos nós sentimos vontade durante nosso dia-a-dia de ficar quieto num canto pelo menos durante alguns segundos, seja para pensar em algo ou organizar as idéias, enfim, todos nós somos instintivamente levados a meditação quase que inconscientemente, mas primeiro, quero que você conheça algumas técnicas, pois assim será mais fácil educar sua mente.

Todos que já praticaram alguma atividade física já perceberam que nosso corpo acostuma com o exercício, e quando não praticamos, o corpo reclama, sentimos falta da atividade física, e com a meditação acontece exatamente da mesma maneira.

A maioria das técnicas de meditação envolve três zonas de controle, onde temos corpo, respiração e mente.

Controle seu corpo.

Para começarmos você precisa conhecer as necessidades de seu corpo, essa educação corporal, ajuda na melhor circulação sanguínea, oxigena melhor o cérebro, fazendo nossa mente ficar mais clara. Comece sempre observando sua postura, procure uma posição confortável, seja em pé, sentado, ou até andando, não importa, o que buscamos neste primeiro momento, e habituar o corpo ao momento da prática meditativa, esta associação corpo-mente é fundamental, e com o tempo vamos refinando a técnica, buscando outras formas de realizar a prática, até encontrarmos a melhor para nosso corpo.

A posição do corpo é extremamente importante, pois você precisa estar confortável. Nas culturas orientais, posições sentadas são mais comuns, posturas como o lótus e o meio-lótus, na qual se fica sentado com a coluna ereta e com as pernas cruzadas, são as mais utilizadas, a posição da cabeça e das mãos varia de uma cultura para outra, mas o importante e que sua coluna fique reta e não esteja encostada em nada, caso sinta dificuldades de sentar no chão, use uma almofada, e se ainda assim não conseguir ficar sentado, pode-se utilizar uma cadeira.

A coluna é nosso principal centro nervoso, por isso é necessário que ela esteja ereta, mas sem nenhuma tensão, os ombros devem estar relaxados e abertos, e a cabeça e o pescoço devem estar retos e ao mesmo tempo sem contrações, pois se você deixar o pescoço torto, tenso ou a cabeça inclinada demais, a respiração será prejudicada e a circulação sanguínea também, dificultando a oxigenação cerebral.

Respirando melhor.

O controle da respiração é fundamental para acalmarmos a mente, você deve inspirar e expirar consciente deste ato, deve perceber a respiração desde o momento que o ar entra pelas narinas, até o momento de sua saída. Controlar e observar o ar caminhando por nosso corpo, produz um efeito tranqüilizante, que reduz a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, acalma os órgãos internos, fazendo a mente repousar.

Procure respirar de forma tranqüila, sem ruídos, e ao invés de encher e esvaziar o pulmão, procura realizar uma respiração abdominal, enchendo e esvaziando lentamente a parte baixa do abdômen.

Observando a mente.

Mestres orientais e ocidentais dizem que a mente sem treino tem vontade própria, nos leva a pensamentos que muitas vezes não queremos ter, e se apega em coisas dispensáveis, e quando resolvemos observar o seu funcionamento, percebemos que não temos controle de nossos pensamentos, pois do mesmo modo que é extremamente difícil ficar sem pensar em nada, é praticamente impossível conseguir pensar em apenas uma única coisa. Estes caminhos involuntários de nossa mente, muitas vezes nos causam preocupações, anseios, apegos, conjecturas e suposições que nos levam rumo ao sofrimento e ao estresse.

Procure observar a passagem dos pensamentos por sua mente, mas não se apegue a eles, deixe-os passar, como folhas que passam flutuando em um rio à sua frente, não tente represar os pensamentos, pois assim como as folhas, eles se acumulam e represam o fluxo do rio mental, desviando-o do curso natural.

No início, quinze ou vinte minutos são suficientes para que você comece a usufruir dos benefícios da prática, mas se ainda assim esse tempo for muito longo, divida a prática em três ou quatro meditações de 5 minutos durante o dia, em horários como logo depois de acordar, um pouquinho antes do almoço, e depois do banho quando chegamos em casa após o trabalho, o importe é desenvolver o hábito, e com o tempo você conseguirá meditar por mais tempo.

Outra técnica de meditação, que também pode ser utilizada no cotidiano, e a observação externa dos próprios atos, ou seja, consiste em você observar a si mesmo diante de uma situação ou um problema, como se você estivesse no alto de uma montanha observando você mesmo se movimentando lá embaixo; Esta técnica é bastante funcional quando queremos analisar uma situação de conflito, quando observamos a situação como se estivéssemos fora dela, conseguimos enxergar melhor as atitudes que tomamos e que não havíamos percebido antes, ou palavras que dissemos e não queríamos ter dito.

Olhar a situação de fora, proporciona o aumento do senso crítico, e do discernimento de seus atos, colaborando para que você seja mais cauteloso em suas ações, pensando melhor antes de agir diante de situações em que você se encontra sob pressão, evitando assim, fatores geradores do sofrimento e do estresse.

Na terceira parte do artigo, vou dar algumas dicas para que você organize seu dia e encontre o tempo que precisa para realizar sua prática diária de meditação, aumentando seu desempenho diário.

Lembre-se que uma mente sem treino tem vontade própria e nos leva a pensamentos que muitas vezes não queremos ter, somatizando emoções perniciosas para nossa saúde física e mental, causando problemas em nossa vida pessoal e profissional.