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Mercados, concorrências e atitudes empreendedoras

Por: Sérgio Dal Sasso

É preciso se alimentar pelas pesquisas, é preciso conhecer o mercado e mais, conhecer os agentes que neles atuam. Sempre foi assim, o principio de fazer algo qualificado depende de um sistema capacitado que recicladamente gere informações do como e para quem destinamos nosso trabalho.

Falamos em pesquisa, porque é algo fundamental e necessário a qualquer negócio. Costumeiramente empresas que participam dos mesmos mercados, procuram buscar dos clientes, dos concorrentes, as informações referentes às suas incertezas, para compor algo que justifique as próprias sustentações, ausências e insatisfações. Tudo isso é normal pela necessidade de complementação de melhores alternativas para dar foco ao que pretendemos.

Estejamos (pois o tempo das mudanças é relativo), como consultores, dentistas, advogados, empresários ou qualquer outra atividade, pelo “tudo de bom” percebido, para se estabelecer e fortalecer as posições de mercado. Em comum das composições que formam estratégias (com formas e características próprias) devemos procurar oferecer o melhor, com vínculos exclusivos ao interesse do publico, do seu publico, para justificar o sucesso.

Quem faz o futebol… Os patrocinadores, os jogadores, os técnicos, os dirigentes ou o publico que financia a continuidade? Essa questão é simples para ser concluída, pois a resposta tem que alimentar a condição ideal para continuar sendo financiado, tanto quanto evitar que o publico consumidor desestimule seus gastos, ou troque de time. Os de fora terão que apreciar os de dentro, e o farão quando os resultados da operação incluir o pleno aproveitamento da transformação e controles para geração da quantidade pela qualidade (resultados e conquistas).

Não fiquem questionando o trabalho dos outros, analise-os sim, mas faça o seu. Estou cansado de observar: Artigos, reportagens, e participar de conversas aonde o assunto é sempre o outro, quase nunca você (na maioria das vezes vejo a cópia da cópia em tudo).

Olhe para o seu próprio umbigo, entendendo que o seu tem que ser exclusivo, e veja através do espelho a onde estão as deficiências, pois tenho a certeza de que quando as coisas começarem a aparecer, é porque percebeu que pode ser melhor do que os dos outros.


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O xadrez e a competição dos mercados

Por: Sérgio Dal Sasso

Talvez não tenhamos algo tão complexo, com variáveis, riquezas e possibilidades, como um exercício simulador de inteligências, diante das regras e desafios estratégicos propostos num tabuleiro de xadrez.

O que o torna fascinante é que você exercita sua mente, isoladamente, ou em grupos, contra maquinas ou seres palpáveis, onde fica claro que ainda podemos levar vantagem sobre os melhores sistemas desenvolvidos (por ironia) para as nossas próprias substituições. A lógica é simples, as variáveis, pelas características e complexidade do conjunto desse jogo permitem sempre a inclusão do até então desconhecido, surpreendendo ou não nossos adversários.

Como na vida atual e real, o xadrez é resultante de uma evolução milenar, iniciando seu desenvolvimento na China ou Índia (Por volta do século V d.c) e chegando “quase” ao modelo atual por volta do ano de 1500 (Europa).

O que de comum relacionamos com o nosso estado das coisas (quer sejam pessoais, profissionais ou empresariais), é que em ambos os casos (na vida e nos jogos) não bastam apenas o registro dos movimentos, mas conhecer e perceber suas variáveis, em conjunto com a visão de que o ganhar deve, antes de tudo, significar garantias de se negociar ou mesmo adicionar saídas até então não exploradas.

Outro ponto comum (jogo e mercado contemporâneo) é o fato de que o Rei tem pouca mobilidade, e quase sempre é defendido pelo conjunto do exercito, aonde o integrar é a chave de êxito para os ataques e defesas quando necessários. Por outro lado verificamos um exercito de piões, que sempre avançam pelo acreditar nas possibilidades de conquistas, num jogo claro de que comprometimento só existe quando acompanhado de resultados equivalentes, aumento da utilidade, respeito e reconhecimento.

Os grandes mestres desse jogo estratégico sabem que ele não tem fim. Pode-se inclusive negociar adiamentos ou mesmo empates, pois sempre existirá o dia seguinte para avaliações, reinvenções e acréscimos com novas alternativas de mudanças. O vicio dos propósitos do jogo é tão grande e rápido que quando perdemos, voltamos, estudamos, adicionamos e propomos novos desafios. 

Na guerra dos mercados, na luta pelo destaque, no fortalecimento das marcas, no recebimento e aceitação dos clientes, vivemos todo dia uma estratégia de jogo, aonde o critério da vitória nem sempre se encontrará em vencidos ou derrotados, mas na capacidade dos grupos de avaliar os fatos ocorridos para que sejam avançados e desejados.


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Administrador, negócios e sucesso

Por: Sérgio Dal Sasso

Para crescer tem que amadurecer começando pelo reconhecimento da própria imperfeição e limitação. O mundo é uma grande tentativa de demonstração e convencimento de quem e do que pode ser melhor, aonde pessoas e negócios se fundem para uma corrida, que por mais estúpida que seja, deverá responder com fatos e fotos no dia a dia da nossa existência.

A conquista leva-nos a uma sensação de donos do destino, distribuída entre o prazer e a remuneração compatível, mas nossa real independência está no dominar a arte de transformar oportunidades de conexões em ligações dependentes.

O que integra uma rede de negócios é o grau de necessidade a ser estabelecido entre as partes. A magia desse estreitamento depende do como articularmos nossa experiência para extrair transparência entre o que se quer obter e o que se pode oferecer, acima do pão com manteiga tradicional das operações e serviços.

Colhemos pelo resultado do como trabalhamos para dotar de garantias e seguranças as nossas intenções estratégicas, incluindo planos, fases e mobilidades.

Nesse sentido, todos os apoios que conseguirmos para as integrações serão fundamentais para as garantias das execuções. As conquistas dos apoios (meios internos e externos) vêm do entendimento que os caminhos propostos sejam percebidos, longe de serem ditados, como meios facilitadores aos avanços de todos.

Rotas são caminhos formados e construídos por um fluxo continuo de pessoas que concordam entre si pelo que está sendo criado. Mais do que a palavra “parceria” devemos completar seu conceito com a praticidade das formas do como a desenvolvemos, inserindo e aceitando as contribuições importantes do conjunto em relação ao tema, sua adequação e riquezas de equações, para que as necessidades sejam de fato oportunidades de realizações.


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