O verdadeiro concorrente

Por: Erik Penna

Certo dia um avião, com um japonês e um alemão ao sobrevoar uma mata, começa a ter problemas e entra em pane geral. Os dois passageiros pegam imediatamente seus pára-quedas e saltam do avião, afim de evitar uma colisão fatal.

Ao chegarem seguros ao solo, percebem que um leão faminto os espera, e que se nada fizerem, serão o provável almoço. O alemão fica desesperado, enquanto o japonês abre sua mochila e começa a vestir uma sapatilha especial para corredores.

O alemão fica perplexo e diz:

- Meu amigo japonês, você acha que este sapato fará você correr mais do que um leão?

O japonês calmamente termina de calçar a sapatilha e responde:

- Não preciso correr mais que o leão, mas sim correr mais que você.

Podemos tirar várias lições desta pequena fábula, uma delas está no fato de muitas vezes erroneamente querer concorrer com todo mundo sendo o mais prudente concentrar forças para vencer nosso verdadeiro concorrente.

Precisamos saber o alvo certo, e fazer uso da melhor arma possível no momento de decidir.

Devemos atender cada dia melhor nossos clientes, buscando no cotidiano não apenas atendê-los, mas sim surpreendê-los, afinal um indivíduo bem atendido divulga para outras 5 pessoas, enquanto uma pessoa mal atendida, espalha para 20.

Fale, mostre, e enfatize seus diferenciais perante sua clientela, pois se não o fizer, será o mesmo que “piscar no escuro”, ou seja, você sabe que está fazendo, mas ninguém mais sabe.

Procure também saber os pontos fracos de seu real concorrente, assim suas ações podem ser direcionadas e os resultados poderão crescer mais rapidamente.

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Um Comentário para “O verdadeiro concorrente”

  1. Thaysa
    23. junho 2008 at 09:03

    No mundo capitalista e cheio de concorrências e novidades antigas que temos hoje, acaba sendo “comum” essa disputa de quem vende, lucra, exporta mais escondendo o que há por traz disso (roubo, tráfico, exploração ao trabalhador - seja de qualquer área, idade ou sexo -) dentro das empresas. A idéia que nos é passada é algo até que bonito… Vemos na televisão uma jogada de melodia bacana, cores em movimento, uma frase bonita e pede-se para usar aquele determinado produto porque é o melhor e que você não tem outra escolha. Será?
    Será que é preciso usar determinada marca, comer determinado produto, vestir determinada roupa?
    A briga louca para ver quem lucra mais quem “se diverte” com isso é apenas as empresas, nós, ficamos cada vez mais robotizados, cômodos e achando super legal ter tantas marcas e cores para escolher e ainda não sair satisfeitos.
    Será que isso é necessário?

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